sábado, 24 de abril de 2010

APICULTURA - ALTERNATIVA DE GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

A REGIÃO DA CHAPADA DO APODI É A SEGUNDA MAIOR PRODUTORA DE MEL DE ABELHA NO PAÍS, PERDENDO APENAS PARA PICOS (PI)

A apicultura é hoje considerada uma das grandes opções para a agricultura familiar por proporcionar o aumento de renda, através da oportunidade de aproveitamento da potencialidade natural de meio ambiente e de sua capacidade produtiva.

A apicultura é a arte de criar abelhas (Apis mellifera L.), com o objetivo de proporcionar ao homem produtos derivados como o mel, cera, geléia real, própolis, pólen, e, ainda, prestar serviços de polinização às culturas vegetais (Moreira, 1993).

No Brasil, esta atividade teve início em 1839 com abelhas “mansas” vindas da Europa e em 1956 foram introduzidas abelhas africanas, mais produtivas, porém mais agressivas. Estas abelhas acabaram cruzando com as européias, resultando as abelhas africanizadas (Mendes, 1999).

A ampla área territorial de nosso país, com variada diversificação vegetal e um clima tropical favorável à exploração apícola oferece condições de uma elevada produção. Apesar dessa atividade ainda ser pouco explorada, o mercado está em franca ascensão.

Ocupando a sétima posição no Brasil e a segunda no Nordeste, a apicultura é uma das atividades do setor agropecuário que mais cresce na Bahia, sendo responsável pela geração de cerca de 30 mil empregos diretos. No Estado existem hoje em torno de 150 mil colméias e 5 mil apicultores, espalhados em todo espaço geográfico (EBDA, 2002).

O mercado brasileiro de produtos apícolas está avaliado atualmente em US$ 360 milhões anuais, segundo dados da FGV – Fundação Getúlio Vargas, e as pesquisas demonstram um potencial de curto prazo para além de US$ 1 bilhão anual. Atualmente existem 14 federações, 200 associações em nível municipal ou regional e 160 empresas apícolas registradas no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) com Serviço de Inspeção Federal-SIF, mas ainda é muito pouco, não atingindo a 50% do potencial brasileiro, para mais de 2 milhões de apicultores existentes, nas diversas categorias, meladores, meleiros, apicultores amadores e profissionais.

O consumo de mel no Brasil está estimado em aproximadamente 200g/pessoa/ano, o que é considerado muito baixo se comparado a alguns países da Europa, como a Alemanha e Suíça, onde se calcula um consumo de 2.400g/pessoa/ano. O mercado apícola nacional é bastante atrativo, seu desenvolvimento é notável, porém sofre a influência do mercado internacional e principalmente do Mercosul.

O Brasil produz em média 40 mil toneladas de mel por ano, mas consome 60.000, gerando um déficit de produção de 20 mil toneladas por ano para o mercado interno, o que torna a apicultura um negócio rentável, principalmente porque estudos das principais associações brasileiras de produtores de mel indicam que existe potencialidade para se alcançar, sem muitos investimentos, 200 mil ton/ano.

Em 2002, o Brasil exportou US$ 23,1 milhões de dólares, o equivalente a 12,6 milhões de litros de mel, um crescimento excepcional se comparados com os 2,6 milhões de litros do ano 2001. Este aumento foi ancorado justamente nas barreiras impostas à China e à Argentina (neste caso, pelo uso de agrotóxicos e antibióticos). Os principais compradores do mel brasileiro foram os Estados Unidos e a Alemanha, que juntos adquiriram 11,5 milhões de litros.

CRIAÇÃO DE ABELHAS

FONTE: SITE CURIOSIDADES ANIMAIS

Por centenas de anos, as pessoas desenvolveram muitos tipos de colméias artificiais que oferecem abrigo e espaço para as abelhas e ao mesmo tempo facilitam a colheita de mel. O modelo mais usado hoje em dia é a colméia Langstroth, desenvolvida por Lorenzo Lorraine Langstroth na década de 1850. Antes das invenções de Langstroth, as pessoas basicamente mantinham as abelhas em colméias feitas de cestas, caixas ou pedaços de lenha. Algumas delas tinham suportes inclinados e removíveis, em que as abelhas penduravam os favos de mel. Outras não tinham uma maneira conveniente de conseguir acesso ou remover o mel. Colméias com suportes inclinados ainda são usadas em algumas partes do mundo, e os apicultores maias que criam abelhas sem ferrão ainda usam lenhas como colméias.

Bee boles, or stone alcoves made to hold traditional beehives called skeps, in Wales.
Foto cedida por Herman Hooyschuur/ Stock.xchng
Estruturas de argila ou alcovas de pedra feitas para armazenar as colméias tradicionais são chamadas de cortiço, no País de Gales

Langstroth descobriu que as pessoas podiam influenciar a maneira como as abelhas desenvolvem seus favos de mel ajustando a quantidade de espaço em sua área de desenvolvimento. Essa área, conhecida com espaço-abelha, permite que as abelhas se movimentem, cuidem das mais jovens, desenvolvam novos favos de mel e produzam mel. De acordo com as teorias de Langstroth, a quantidade ideal de espaço entre as camadas de favo de mel é de 64 a 79 milímetros.

Langstroth bee hives
Foto cedida por Morguefile
Colméias de Langstroth

A colméia de Langstroth usa uma estrutura com várias camadas e quadros removíveis para incentivar as abelhas a construírem suas colméias de forma organizada e para facilitar a colheita do mel pelos apicultores. A partir da base, as camadas são:

  • o fundo, onde fica a base da colméia;
  • o ninho, que é feito com uma caixa chamada melgueira e é onde a rainha deposita seus ovos e as operárias criam as larvas;
  • a tela excluidora, uma chapa perfurada pela qual a rainha não pode passar, impedindo que ela deposite ovos nos alvéolos;
  • melgueiras rasas, que possuem em torno da metade da profundidade do ninho, onde as abelhas armazenam o mel.
  • tampa.

Os apicultores geralmente usam melgueiras rasas em vez das normais para armazenar o mel porque ele é relativamente pesado. Uma melgueira rasa pesa cerca de 15,9 Kg quando está cheia, ao passo que uma funda pesa quase 36,3 Kg. Isso facilita a remoção e a substituição das melgueiras pelos apicultores. As abelhas irão continuar a produzir e armazenar mel enquanto tiverem espaço suficiente; então, remover os favos de mel completos e substituí-los por melgueiras vazias é importante para a criação de abelhas. Também é importante se certificar de que as abelhas tenham comida suficiente para o inverno. Por isso, muitos apicultores fazem a última colheita de mel no fim do verão, para que elas possam coletar néctar e transformá-lo em mel durante o outono.

Para fazer a colheita de mel, os apicultores podem remover os favos de mel prontos das melgueiras rasas e colocá-los para girar em um aparelho chamado centrífuga, ou extrator de mel. Ele remove o mel do favo ao mesmo tempo que deixa a estrutura intacta. Como são necessários 9 Kg de mel para formar 45 Kg de cera alveolada para a colméia, a reutilização dos favos geralmente permite que os apicultores colham mais mel.

Langstroth bee hives
Foto cedida por Morguefile
Apicultores fazendo a colheita de mel

Essa estrutura faz com que seja relativamente fácil para o apicultor realizar a colheita do mel sem danificar a colméia ou machucar alguma abelha. O apicultor, no entanto, tem que ser cuidadoso. Muitos apicultores usam uma máscara e luvas para proteger seus rostos e mãos das picadas (em inglês) enquanto estão trabalhando com as colméias. Eles também se movem bem devagar quando estão abrindo a colméia, retirando e substituindo os quadros. Isso é importante porque as abelhas liberam um feromônio de alarme quando são esmagadas ou usam seus ferrões. Esse feromônio incentiva suas irmãs na colméia a picarem qualquer coisa que esteja por perto. Os apicultores podem mascarar esse feromônio com a fumaça de um fumegador, que essencialmente é um conjunto de foles preso a uma lata à prova de fogo com um bocal na ponta. A fumaça também incentiva as abelhas a pararem de trabalhar e começarem a comer mel no caso de precisarem abandonar a colméia por causa do fogo. Isso diminui a chance de as abelhas se tornarem agitadas ou defensivas enquanto o apicultor trabalha na colméia.

Ocupando a colméia
Os apicultores podem conseguir suas abelhas de várias fontes. Algumas vezes, o apicultor irá capturar um enxame que se formou na propriedade de alguém. Os apicultores também ocupam suas colméias com rainhas e abelhas compradas de um fornecedor.

Uma colônia de abelhas pode ter milhares de operárias. Para produzir bastante mel, essas abelhas precisam de grandes fontes de alimento, como pomares, extensas plantações de vegetais ou outras áreas com uma densa vegetação. Os apicultores, porém, principalmente aqueles que realizam atividades de grande escala, nem sempre vivem perto o suficiente das fontes de alimento certas para alimentar todas as abelhas. Alguns suplementam os alimentos naturais das abelhas com néctares artificiais e pólen comprado. Outros alugam suas abelhas para fazendeiros, que as usam para polinizar as plantações. Sem as abelhas alugadas, as plantações não produziriam os alimentos necessários.

Essa necessidade de abelhas domésticas para a polinização de plantações é a razão pela qual muitas pessoas estão preocupadas com um fenômeno conhecido como Distúrbio do Colapso das Colônias (DCC). A seguir, vamos ver os mitos e as verdades por trás do DCC.

PRODUÇÃO DE AMEL

FONTE: SITE CURIOSIDADES ANIMAIS

O MEL começa como néctar que as abelhas coletam nas flores. Basicamente, o néctar é uma recompensa que as plantas produzem para atrair insetos e pássaros polinizadores. É um líquido doce que possui os óleos aromáticos responsáveis pelo perfume das plantas, além de outras substâncias características. As abelhas coletam esse néctar sugando-o com seus probóscides e armazenando-o em seus estômagos de mel. Em seguida, as abelhas domésticas levam o néctar de volta para a colméia, carregando 40 miligramas por vez.

honeycomb
Foto cedida por hotblack/Morguefile
Mel e favo de mel

As abelhas campeiras regurgitam o néctar e passam-no para as operárias na colméia. Em seguida, essas abelhas gradualmente transformam o néctar em mel por meio da evaporação da maior parte da água que ele contém. O néctar possui 70% de água, ao passo que o mel tem apenas em torno de 20%. As abelhas se livram da água extra engolindo e regurgitando o néctar várias vezes. Elas também agitam suas asas sobre os alvéolos cheios do favo de mel. Esse processo retém bastante açúcar e os óleos aromáticos da planta enquanto as enzimas dos aparelhos bucais das abelhas são adicionadas.

O mel final é espesso, grudento e bem doce. Ele contém vários tipos de açúcares (em inglês), inclusive sucrose, frutose e glicose. O sabor e a cor dependem das flores em que as abelhas colheram o néctar. O mel de flor de laranjeira, por exemplo, tem sabor e aroma que lembram o da laranja (em inglês).

Jars of different types of honey
Esses tipos de mel vêm de diferentes plantas com flores que crescem no sudeste dos Estados Unidos. As variações na cor se devem aos diferentes tipos de néctar que as abelhas colhem para produzir o mel.

As abelhas se alimentam de mel e armazenam a quantidade suficiente para sobreviverem durante o inverno. À primeira vista, as abelhas não parecem ser muito ativas ou precisar de muita comida durante o inverno. Elas só deixam suas colméias para se aliviarem, já que as abelhas não defecam no lugar onde vivem. Enquanto estão dentro das colméias, porém, as abelhas trabalham muito. Elas cuidam da rainha e aquecem a colméia tremendo os músculos de suas asas, de forma muito parecida com os humanos, que tentam se aquecer estremecendo o corpo. Elas também controlam a temperatura da colméia durante o verão, fazendo o ar circular pela colméia com suas asas e respingando água no favo de mel.

O mel é uma boa fonte de alimento para as abelhas por duas razões. Primeiro, a grande quantidade de açúcar que ele contém fornece muitas calorias, que são queimadas por elas quando aquecem o ninho e cuidam da rainha. Segundo, suas propriedades físicas o tornam extremamente resistente às bactérias:

  • uma das enzimas adicionadas ao mel durante o processamento do néctar é a glucose oxidase; quando as abelhas diluem o mel para alimentar as mais jovens, a glucose oxidase quebra a glicose em peróxido de hidrogênio, que ajuda a matar os germes;
  • o pH do mel fica entre 3,5 e 4; em outras palavras, ele é levemente ácido -- tão ácido quanto um suco de laranja --, o que desencoraja o desenvolvimento de bactérias (em inglês);
  • o mel é higroscópico, o que significa que pode absorver a umidade do ambiente, e possui uma alta pressão osmótica. As bactérias que entram em contato com o mel sofrem plasmólise. Elas perdem sua umidade, que passa para o mel, e morrem.

Mel e botulismo
O mel geralmente é muito bom para matar bactérias, mas existe uma exceção notável: as bactérias em forma de esporos, como a Clostridium botulinum, que causa o botulismo (em inglês). A C. botulinum pode formar esporos protetores, que a isolam das propriedades antibacterianas do mel. Como eles podem viver no solo e se sedimentar na natureza, é relativamente fácil para alguns esporos pegarem carona nos corpos das abelhas e chegarem ao mel. A quantidade de esporos do botulismo no mel geralmente não é perigosa para adultos, mas pode ser mortal para crianças com menos de um ano de idade. Por esse motivo, nunca é uma boa idéia dar mel para um bebê.

A grande quantidade de açúcares, o sabor e as propriedades antimicrobiais do mel também o tornam útil para as pessoas. Hoje em dia, ele é usado na culinária caseira e comercial, e uma pesquisa médica indica que pode ser eficaz no tratamento de organismos resistentes a antibióticos, principalmente em feridas abertas. Nada disso é novidade. As pessoas vêm colhendo e usando mel por mais de 6 mil anos. Historicamente, as pessoas o usaram para adoçar alimentos e fazer bebidas fermentadas, como o hidromel. Além disso, cobrir uma ferida com mel ou com ataduras embebidas em mel era uma prática comum antes do desenvolvimento de antibióticos.

Por essas razões, as pessoas encontraram maneiras para facilitar e tornar mais cômoda a colheita de mel das abelhas. A seguir, vamos ver como os apicultores acomodam as abelhas e colhem o mel.

Apiterapia
O uso de produtos produzidos por abelhas, inclusive mel, pólen colhido, geléia real e cera alveolada, para tratar doenças ou machucados é conhecido como apiterapia. Os apiterapeutas defendem desde o uso de ferrões de abelhas para combater a dor de artrite (em inglês) até o uso de mel para tratar cortes e arranhões. A medicina ainda não confirmou muitas das capacidades de cura atribuídas a essas substâncias. O mel possui, no entanto, propriedades antibacterianas evidentes e documentadas pela medicina.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

RANKING DE EXPORTAÇÕES - FRUTICULTURA POTIGUAR


O melão permanece na primeira posição do ranking estadual com exportações da ordem de 22,5 milhões de dólares e um crescimento de 33,8% em relação ao primeiro semestre de 2006, apesar da dificuldade da queda do dólar que foi superada pela expansão nos mercados tradicionais, como a Espanha, a Holanda e o Reino Unido; mas também pela aposta em variedades de maior valor agregado para os produtos locais.


A castanha de caju ocupa o segundo lugar nas nossas exportações, apesar da queda de 31,4% neste ano de 2007, provocada pela queda do dólar que favorece a concorrência da produção asiática. Até o momento, as vendas externas do Estado foram de 19,7 milhões de dólares.


A banana, reforçando a idéia da condição favorável para a fruticultura exportadora potiguar, com seus 16,1 milhões de dólares em exportações mantém-se na quarta colocação na pauta externa, com um expressivo crescimento de 34,5% em função do aumento das vendas para países europeus, sobretudo a Itália e a Holanda.


Os dados são da Secretaria do Desenvolvimento Econômico - Sedec.
FONTE - NOMINUTO

FRUTICULTURA POTIGUAR



A fruticultura do Rio Grande do Norte continua sendo destaque no mercado internacional. O sucesso do setor pode ser confirmado durante a realização da Fruit Logística 2008, nos dias 7, 8 e 9 últimos, em Berlim, na Alemanha, quando empresários de vários países da Europa, principalmente Rússia e Itália, buscaram maiores informações sobre como realizar negócios com os produtores potiguares.

Durante a Fruit Logística, o vice-governador, Iberê Ferreira de Souza, assinou convênio de cooperação técnica com o Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf) que tem como objetivo elaborar um plano de desenvolvimento para a produção e comercialização das frutas produzidas no Estado.

Dentro do Espaço Brasil, a comitiva potiguar formada pelo Governo do Estado e 20 empresários potiguares que integram o grupo do Comitê Executivo de Fitossanidade do Rio Grande do Norte (Coex) foram os mais procurados e fizeram cerca de 300 atendimentos á empresários interessados em informações detalhadas sobre os produtos potiguares e o sistema de exportação das empresas.

Para o secretário do Desenvolvimento Econômico, Marcelo Rosado, a participação do Estado na Feira foi positiva porque os empresários europeus puderam conhecer melhor os sistemas de produção e exportação das empresas potiguares favorecendo futuros negócios. “A participação da comitiva do Rio Grande do Norte nessa edição da Fruit Logística superou todas as expectativas de contatos e prospecção de negócios. Com os contatos feitos durante a Feira, os produtores potiguares puderam mostrar o potencial da capacidade de produção da fruticultura do Rio Grande do Norte, além de detalhar para os compradores internacionais o sistema de exportação da fruticultura potiguar”, destaca Marcelo Rosado.

O melão continuou sendo o principal produto da fruticultura do Rio Grande do Norte no mercado internacional com o maior número de empresários interessados em realizar futuros negócios. O mamão, tipo formosa, também apareceu como destaque ao despertar o interesse de novos compradores. “A Fruit Logística serviu como termômetro para os produtores saberem como serão as negociações internacionais realizadas durante a próxima safra”, afirma Francisco de Paula Segundo, presidente da Coex.

Estendendo a programação da Feira, o secretário do Desenvolvimento Econômico, Marcelo Rosado, juntamente com a comitiva de empresários viaja nessa segunda-feira (11) para Londres onde farão visitas técnicas ao centro de distribuição de frutas in natura da rede de supermercados inglesa Malet Azouhay, além dos grupos de supermercados Marks Spencer e o Tefco/Asda.
FONTE - NATAL PRESS.COM

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